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Ago 09

 
Podias voar-me das mãos
Pena solta
Arrancada do meu peito
Pena tua mas meu chilreio
Que me enfeitiçou o olhar
 
Escárnio ou cegueira não te sentir
Quando flutuas no sangue
Veia incisa, inundada
Transbordante no meu corpo
 
Serás tu pena mensageira
Utopia de amor distante
Ou pena…só pena aventureira
Querendo o meu corpo como amante?
 
(imagem:rodrigo matos silva)
publicado por Utopia das Palavras às 21:46

Olá Ausenda!

Flutuas nas asas da tua pena
com um olhar feminino, enfeitiçado
como brilha o teu rosto, pequena
no reflexo deste poema deixado

Mais um hino de cores brilhantes
esta melodia de palavras sentidas
serão os teus poemas diamantes
jóias de saber, a nós oferecidas?

Beijo Grande

 
manu a 6 de Agosto de 2009 às 11:01

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"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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