25
Jul 09

Nasceu sorriso                                                                   
E voou de mim
Devaneou no luar de um lugar
Com adornos de escol e cetim
 
Atreveu-se o sorriso
Em trilho de pedras mágicas
Orvalhou um ninho de passarinho
Fez-se vento de mel
Estatelou-se de carinho
Nas fuças avaras e trágicas
 
Sorriu devagarinho, quase pranto
No salitre da tristeza
Sentindo nua a mesa
 
E quando a noite já sem razão
Vestia a fome de espanto
Sorriu de novo devagarinho
Nas bocas meninas, sem pão
 
Pudesse o sorriso mudar um rosto
Caiar todas as íris da cor Agosto
Tão singelamente podia
Ser feliz…
 
e porque...
o sol se enfeita de aurora
E soletra amor com o rio
Deixei meu sorriso agora
Correr como riacho vadio!
 
 
(imagem: fiat lux)

 

 

publicado por Utopia das Palavras às 20:46

Como senti falta do teu sorriso
Tinha amigos, mas faltava a amiga
Sentir a amizade  eu sempre preciso
Que alegria me deram, eu que o diga!

Mas da nossa lembrança fizeste parte
Como esquecer amiga de tamanha arte?

Estou contente, feliz por participar contigo, sei que tu és uma Grande poetiza, e assim eu
mesmo pequenina, sinto um grande orgulho.
Um grande, grande beijinho e parabéns também para ti
natalia

Ps: o Manu amiga, nem sei se te diga, é aquele amigo, com quem dá gosto falar, eu que sou uma faldora, nem sei se ele não ficou saturado de me ouvir, mas eu adorei estar com ele.Image



 
estrelaemo a 27 de Julho de 2009 às 00:08

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.


"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
Partilha em co-autoria