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Jun 09

(Inês Gato)

Afligem-me as asas que murmuram
Em vez do voo
E os cheiros que perduram
No corpo onde o amor conspirou
 
Se calo, grito
A tua boca que não diz
Ai silencio maldito
Vociferado grito
Mata-me, ante ser infeliz
 
Não é acaso o canto mudo
Nem a poesia desconcertante
Sem pejo, serena me desnudo
Na espera desse uivo dilacerante
 
Porque não gritas o mar
No engenho das ondas
Inventa um naufragar
Bramindo realidade
Cede ao augúrio dos dias
Incita-te

Na minha espuma de liberdade!

 

publicado por Utopia das Palavras às 18:54

De braços abertos, aqui estou
Venho juntar ao teu o meu grito !
E daqui não me vou!
Onde há liberdade, eu fico.

Gritemos « não» ao silêncio obstinado
Não quero sentir mais esta rendição
Bem alto o grito, vociferado!
Saído da alma, do bater do coração!

Apenas um versinho carinhoso, para te deixar toda a minha amizade

Um beijinho
Natalia

rosafogo a 21 de Junho de 2009 às 17:17

Natália

Sinto os gritos de muita gente
O teu, o meu, o da liberdade
Gritemos aquilo que se sente
Também um grito de...amizade!

Obrigada pelo teu carinho
Beijos


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"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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