28
Mar 09

 (Chagall)

 
 
Pujante de desvelos me escora
Presente bem-querer e o aço
Refúgio do pânico quando aflora
Pilar das loucuras que eu faço
 
Alucinados os meus passos de dança
Livres em espelhos d´água
Rodopiam em pontas de lança
Fundeando no teu cais, sinto-me frágua
 
Impregnam-me os sussurros que gritas
Cúmplice poço de segredos
Fiapos do teu olhar basta em horas aflitas
Na placitude são mudos todos os medos
 
Robusta ponte no meu mar sonhador
Quão terno cavaleiro andante
Mil anos serás, eterno poema de amor
E eu sempre... teu pássaro viajante!

 

publicado por Utopia das Palavras às 18:18



Cada passo tem um sentido
O Sonho dá razão para viver
Neste poema aqui lido
Há sonho, amor e querer!

És tu poetiza
Ave que não pode pousar
És toada, és harmonia!
És do mar a brisa
Teu poema, feito p'ra se dar
Todo Ele é amor e magia!

Tudo o que eu soubésse dizer, não era nada comparado com a beleza do teu poema.

Um beijinho e boa semana

rosafogo a 29 de Março de 2009 às 19:17

RosaFogo

Vais muito além do caminho
do afecto e da amizade
Musa és tu, que de mansinho
Constrois versos de verdade!

Um beijo doa minha admiração por ti


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"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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