24
Jan 09

 

 (venus e adonis)

 

És Outono quando te grito

Olimpo no meu sideral encanto
Sou um Inverno aflito
Em Baco bebido de pranto
 
Em ti hiberno em cume de neve
Nas horas que me dou insolente
No templo da luxúria meu suor te escreve
Volúpia de aromas na seda ardente
 
Estendo em brocado no teu chão
Tapetes de pétalas de água e jasmim
Os teus lábios vivos, consentirão
Bálsamos arrojados de mim
 
Hoje elevo-te a um deus
Porque de ti deste, merecimento meu
Da dilecção mais bela que há em Zeus
Dou-te os raios de sol, de Apolo e os céus!
 
 
publicado por Utopia das Palavras às 17:29

Deslumbrado,eis como fiquei,com este belo poema,os deuses do olimpo,guiaram as tuas mãos,e inspiraram-te na escrita destas belas palavras,um raio de sol,em forma de poema


Beijos
Manuel Pereira a 25 de Janeiro de 2009 às 10:52

M.Pereira
Os Deuses do Olimpo inspiram sim!
Mas são os raios de sol dos teus olhos que veêm assim!

Beijo

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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