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Jan 09

 

 (venus e adonis)

 

És Outono quando te grito

Olimpo no meu sideral encanto
Sou um Inverno aflito
Em Baco bebido de pranto
 
Em ti hiberno em cume de neve
Nas horas que me dou insolente
No templo da luxúria meu suor te escreve
Volúpia de aromas na seda ardente
 
Estendo em brocado no teu chão
Tapetes de pétalas de água e jasmim
Os teus lábios vivos, consentirão
Bálsamos arrojados de mim
 
Hoje elevo-te a um deus
Porque de ti deste, merecimento meu
Da dilecção mais bela que há em Zeus
Dou-te os raios de sol, de Apolo e os céus!
 
 
publicado por Utopia das Palavras às 17:29

Leste mesmo o sentido último do poema. Sintonia bonita. Olha: não te mandei por mail porque desconheço. Tens o meu mail no meu perfil, quando quiseres. Não fico marafado, não. Bom fim semana. Beijos.
Eduardo Aleixo a 30 de Janeiro de 2009 às 14:43

Eduardo

O mérito é teu, amigo.

Beijos e bom fim de semana

Só o amor nos aproxima da eternidade dos deuses, e tu di-lo muito bem no teu poema:))
justine a 30 de Janeiro de 2009 às 15:53

Justine

Só o amor é capaz...de sublimar!

beijo

Querida,
A alma transcende! E metaforicamente é sentido o perfume espalhado sobre a beleza construída dos teus versos.
Aproveito para agradecer teu terno comentário.

Abraços e que tenhas um excelente final de semana!
Carlos Barros a 30 de Janeiro de 2009 às 17:42

Carlos

Sim, a alma por vezes transcende-nos.
Grata pela tuas palavras.

Beijo com carinho

Lindo, doce e belo...
Besitos Moça
Ludo Rex a 31 de Janeiro de 2009 às 17:46

Tu és um poeta maior, mas como eu te compreendo ainda que sendo menor!
Este poema é como um bálsamo, onde os meus olhos não se cansam.
rosafogo a 12 de Fevereiro de 2009 às 18:47

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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