24
Jan 09

 

 (venus e adonis)

 

És Outono quando te grito

Olimpo no meu sideral encanto
Sou um Inverno aflito
Em Baco bebido de pranto
 
Em ti hiberno em cume de neve
Nas horas que me dou insolente
No templo da luxúria meu suor te escreve
Volúpia de aromas na seda ardente
 
Estendo em brocado no teu chão
Tapetes de pétalas de água e jasmim
Os teus lábios vivos, consentirão
Bálsamos arrojados de mim
 
Hoje elevo-te a um deus
Porque de ti deste, merecimento meu
Da dilecção mais bela que há em Zeus
Dou-te os raios de sol, de Apolo e os céus!
 
 
publicado por Utopia das Palavras às 17:29

Este poema é muito lindo!
E o teu complemento também.

Onde o vento
não tem fim
e a brisa é infinita
no balançar profundo
mora um bocado de ti...
em cima do mundo...!
tossan a 27 de Janeiro de 2009 às 04:25

Tossam

Não foi um complemento, porque o teu poema estava completissimo.
Foi um sentir...das tuas palavras!

Beijos

como se rodeada de deuses no Olimpo estivesse ao ler o teu magnífico poema
beijos
Carla a 27 de Janeiro de 2009 às 12:04

Carla

Os deuses do Olimpo rodeiam-te sem dares por isso!!!!!

Beijo

Hoje elevo-te a poetisa do amor, da ternura, da liberdade, da fraternidade. Porque é assim que te vejo, naquilo que és capaz de dar.
E eu queria ser já não digo Zeus que é querer muito, mas Apolo, nem que fosse ´só por um dia.

xi....
PAULO a 27 de Janeiro de 2009 às 17:15

Paulo

E porque não, basta querer!
Pensa que és... e serás!!!!

Bj

Obrigado pelo elogio ao meu poema. Eu tb gosto dele. Também gostei que tivessemos falado sobre coisas e lugares que ambos conhecemos. Um dia destes digo mais coisas, embora nestes espaços de comentários o espaço seja curto. Beijinho. Eduardo

Olá bom dia!

Passei para agradecer o belo comentário e pela visita ao meu blogue…
É sempre bom estar aqui e ler o que escreve…
Um resto de uma boa semana, inundada de paz.

Há dias…
Em que acordamos chuvosos
Ensopados em saudades choradas
Sentimentais, românticos
Emotivos, fantasiosos…
Amarrados em manhãs geladas

O eterno abraço…
Manzas a 28 de Janeiro de 2009 às 11:00

Manzas

Há dias... já falei sobre ele, tá lindo!

Obrigada pelo teu carinho

Beijo

Esta muito lindo, gostei muito deste poema, ao amor tudo se dá ele eleva-nos ao céu
beijinhos
luna a 28 de Janeiro de 2009 às 17:27

Luna

todos somos um pouquinho deles, quando se... ama!

Beijinhos, amiga

Amiga. Vai ao meu blogue. Tenho lá um carrocel para ti. Olha: desculpa-me o incómodo: deixa lá: temos de ser uns para os outros. Dou-te um beijinho especial. Eduardo
Eduardo Aleixo a 28 de Janeiro de 2009 às 23:06

Olá, caríssima1
O poema está escrito com um excelente sabor clássico:
ritmo, equilíbrio, melodia, sonoridades... e o tal jeito clássico.
Gostei francamente.

Beijinho.
vieira calado a 29 de Janeiro de 2009 às 00:49

Amigo Vieira Calado

Obrigada, pelas tuas palavras. São uma força para mim, vindas de um poeta como tu!

Beijo de carinho

*
balsamo,
do olhar e do pensar,
,
eden sublimado,
em aromas dos deuses,
,
conchinhas,
,
*
poetaeusou a 29 de Janeiro de 2009 às 21:06

Poetaeusou

aromas
franjas
de amor
eternidade...!

Beijos


Afinal os Deuses nem sempre estão loucos!

Beijos
Ana Camarra a 30 de Janeiro de 2009 às 14:23

Ana

Efectivamente... nem todos!

Beijos, amiga

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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