20
Dez 08

 

Natal menino
 
Tão pequenino
 
 
Natal sem verso
 
Num dia tão breve
 
De sentido inverso
 
E as mãos vazias…
 
De sonhos perdidos
 
Reclamam os dias
 
Do fim dos desvalidos
 
Natal menino
 
No ano esquecido
 
Natal pequenino
 
De caridade crescido
 
Perpétuo Natal
 
No momento de dar
 
Tão breve o Natal
 
Do tempo de amar…!”

 

publicado por Utopia das Palavras às 21:58

O Natal,
foi invadido
Contagiado esquecido
O Natal
Foi esvaziado
de contudo foi profanado
o Natal
é criança é amor
é ser vida é ser melhor
O Natal
Não é missão para cumprir
mas exemplo para sentir
O Natal!

Muito bela, a tua poesia companheira

Um bjo Natalício
POESIA-NO-POPULAR a 21 de Dezembro de 2008 às 17:15

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"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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