17
Dez 08

 

 (paula lucas)
 
Riscaste no pranto das flores
Pingos de culpa e sofrimento
Inventaste ecos e desamores
Incrédulos meus olhos no firmamento
 
Tocadas, as pétalas choram
Descoloram brilhos e chuvas
Minguaste ternuras que delas foram
Ímpetos de vindimas e uvas
 
E agora o meu encanto maior?
Trucidado na raiva dos teus dedos
Tingiu os meus versos de dor
Resguardo dos nossos segredos

 

publicado por Utopia das Palavras às 11:08

Se o sonho menos conseguido
Tiver o condão de despertar
As causas de um amor ferido
Para novamente o embalar
Que sejam as flores o encanto
De nova ternura renascida
Que dos versos de dor e de pranto
Floresça um novo amor p,rá vida.

Bjo grande poetisa
POESIA-NO-POPULAR a 17 de Dezembro de 2008 às 15:01

Manangão

Lindo demais o que escreveste poeta.
Adorei! Adorei! Obrigada

Beijo, amigo

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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