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Nov 08

 (guayasamin)

 
No vale profundo
Ecoa um grito
Gemido aflito
De gentes do mundo
 
Grito que alivia
A alma oprimida
Das fráguas da vida
Da mente que jazia
 
Grito da terra
Sonhos ambíguos
Em tempos exíguos
De fome e de guerra
 
Grito quão malvado
Da fúria que insiste
E nos homens existe
Em nós sufocado
 
Grito... liberto
De mãos desatadas
Auroras amadas
De escolhas coberto
publicado por Utopia das Palavras às 22:02

Grito de revolta
Grito de dor
Grito de intolerância
Grito de amor

Hoje grito gostei e baixinho bom fim de semana
F Nando a 8 de Novembro de 2008 às 14:50

F Nando

Grata pela visita! Ainda bem que gostaste!
Bom fim de semana tb

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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