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Nov 08

 (guayasamin)

 
No vale profundo
Ecoa um grito
Gemido aflito
De gentes do mundo
 
Grito que alivia
A alma oprimida
Das fráguas da vida
Da mente que jazia
 
Grito da terra
Sonhos ambíguos
Em tempos exíguos
De fome e de guerra
 
Grito quão malvado
Da fúria que insiste
E nos homens existe
Em nós sufocado
 
Grito... liberto
De mãos desatadas
Auroras amadas
De escolhas coberto
publicado por Utopia das Palavras às 22:02

Então, junto o meu ao teu grito. O grito que em nós existe!

xi...
PAULO a 6 de Novembro de 2008 às 20:38

Paulo

Juntos...todos... num grito!

bj

Olá,

sempre tão belos os teus poemas...

Uma vida sem amigos é como viver numa ilha deserta, sem água, sem alimentos, sem luz.
Bom Fim-de-semana.

Bjs
Nando
palavrasimples a 7 de Novembro de 2008 às 10:20

Nando

Obrigada, és generoso!
Amigos são o nosso alimento!

Beijo e bom fim de semana pra ti tb

Sim acredito que este grito tem valor. Eu ouço.
Sinto-o.

jinho tamanho de um grito
ggm a 7 de Novembro de 2008 às 17:41

ggm???

Simplesmente... um grito.. tão simples!


Grito de revolta
Grito de dor
Grito de intolerância
Grito de amor

Hoje grito gostei e baixinho bom fim de semana
F Nando a 8 de Novembro de 2008 às 14:50

F Nando

Grata pela visita! Ainda bem que gostaste!
Bom fim de semana tb

Falta gente a gritar assim
Não em plenos pulmões,
Mas em plena alma...
Está espetacular, parabens...
Passe no meu e dê a sua opinião...
PalavraPuxaPalavra a 8 de Janeiro de 2009 às 21:37

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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