14
Out 08

 

         (raul perez)

 

Logro de um mundo, onde a verdade implora
E as gotas de água ferida
De cada lágrima de verdade que chora        
Seguem rasteiras de esperança
Para um rio de orgulho que as explora
 
E a água rubra, inquieta de revolta
Que de levada forte e transbordante
Açoita e brava faz levar de volta
As canoas acostumadas a rio manso,
Acomodado a lágrimas de maré solta                        
 
Se galgando as margens sujas de vingança
Revolto, por um acordar sacudido de vento
Adivinhando a tormenta de mudança,
Elevar-se-ia lúcido e são, varrendo o logro  
E correria limpo, com margens de bonança
Ausenda Hilario

 

 

publicado por Utopia das Palavras às 14:17

Olá

Este poema retrata um pouco daquilo que tenho sentido ultimamente… sempre acreditei nas pessoas e na verdade… hoje chego á conclusão, de que a verdade é uma verdade suja de mentiras, mas essas mentiras tem os dias contados… chegará o momento em que a verdade vencerá, será cristalina como as águas de um rio na sua nascente… pura, e transparente….
Desejo-te um bom Fim-de-semana

Bjs
Nando
palavrasimples a 16 de Outubro de 2008 às 10:36

Tens toda a razão, vivemos cercados de verdades de mentira.
Um dia ela virá ao de cima... e correrá limpa e transparente!
é necessário falarmos disso... de todas as maneiras, cantando, escrevendo, gritando, lutando pela verdade.
Bom fim de semana tb para ti

bjs

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
Partilha em co-autoria