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Out 08

 

         (raul perez)

 

Logro de um mundo, onde a verdade implora
E as gotas de água ferida
De cada lágrima de verdade que chora        
Seguem rasteiras de esperança
Para um rio de orgulho que as explora
 
E a água rubra, inquieta de revolta
Que de levada forte e transbordante
Açoita e brava faz levar de volta
As canoas acostumadas a rio manso,
Acomodado a lágrimas de maré solta                        
 
Se galgando as margens sujas de vingança
Revolto, por um acordar sacudido de vento
Adivinhando a tormenta de mudança,
Elevar-se-ia lúcido e são, varrendo o logro  
E correria limpo, com margens de bonança
Ausenda Hilario

 

 

publicado por Utopia das Palavras às 14:17

Nova esperança começa a renascer
Na margens já se luta p,la liberdade
Cada dia será um novo alvorecer
Um dia só veremos... No rio correr
A água pura e cristalina... A verdade.

Bjos amiga... Poetisa!
POESIA-NO-POPULAR a 15 de Outubro de 2008 às 00:47

Na verdade, navegar
Em àguas de muito saber
A mentira afogar
Vir à tona! O povo quer!

Beijo, amigo

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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