14
Out 08

 

         (raul perez)

 

Logro de um mundo, onde a verdade implora
E as gotas de água ferida
De cada lágrima de verdade que chora        
Seguem rasteiras de esperança
Para um rio de orgulho que as explora
 
E a água rubra, inquieta de revolta
Que de levada forte e transbordante
Açoita e brava faz levar de volta
As canoas acostumadas a rio manso,
Acomodado a lágrimas de maré solta                        
 
Se galgando as margens sujas de vingança
Revolto, por um acordar sacudido de vento
Adivinhando a tormenta de mudança,
Elevar-se-ia lúcido e são, varrendo o logro  
E correria limpo, com margens de bonança
Ausenda Hilario

 

 

publicado por Utopia das Palavras às 14:17

Adorei este teu poema.
Esperamos a Tormenta da Mudança, queremos ver o rio correr limpo, com margens de bonança...
Beijos Revolucionários
Notas Soltas a 14 de Outubro de 2008 às 19:34

Ludo
um sonho que se tornará realidade se todos quizermos " ver correr limpo o rio..."

Beijos

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
Partilha em co-autoria