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Out 08

 

         (raul perez)

 

Logro de um mundo, onde a verdade implora
E as gotas de água ferida
De cada lágrima de verdade que chora        
Seguem rasteiras de esperança
Para um rio de orgulho que as explora
 
E a água rubra, inquieta de revolta
Que de levada forte e transbordante
Açoita e brava faz levar de volta
As canoas acostumadas a rio manso,
Acomodado a lágrimas de maré solta                        
 
Se galgando as margens sujas de vingança
Revolto, por um acordar sacudido de vento
Adivinhando a tormenta de mudança,
Elevar-se-ia lúcido e são, varrendo o logro  
E correria limpo, com margens de bonança
Ausenda Hilario

 

 

publicado por Utopia das Palavras às 14:17

Olá

Este poema retrata um pouco daquilo que tenho sentido ultimamente… sempre acreditei nas pessoas e na verdade… hoje chego á conclusão, de que a verdade é uma verdade suja de mentiras, mas essas mentiras tem os dias contados… chegará o momento em que a verdade vencerá, será cristalina como as águas de um rio na sua nascente… pura, e transparente….
Desejo-te um bom Fim-de-semana

Bjs
Nando
palavrasimples a 16 de Outubro de 2008 às 10:36

Tens toda a razão, vivemos cercados de verdades de mentira.
Um dia ela virá ao de cima... e correrá limpa e transparente!
é necessário falarmos disso... de todas as maneiras, cantando, escrevendo, gritando, lutando pela verdade.
Bom fim de semana tb para ti

bjs

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"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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