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Ago 08

 

Ai se uma só voz chegasse
 
Se a ela se bastasse
 
Rouca que fosse
 
Silenciosa
 
Ai se em cada voz houvesse um grito
 
Vozes unissonantes
 
Sempre que indignadas
 
Vozes jamais caladas
 
Pelo absurdo da devassidão
 
E omnipotência da incúria
 
 
Ai se o seu eco atravessasse
 
A intransigência dos poderosos
 
A surdez dos cegos
 
Eram vozes de mudança
 
Vozes de um mundo novo
 
Vozes de esperança
 
De um povo!!!!
 Ausenda Hilário
publicado por Utopia das Palavras às 17:46

Essa vós não precisa de chegar
ela está em cada unm de nós
Bastava a cada um recordar
O tempo que foi dos nossos avós.

Ps: (salvo seja) eu não vou elogiar o teu trabalho, porque me tornaria ridiculo, apenas me curvo perante a poetisa em presença.
Abraço
POESIA-NO-POPULAR a 3 de Agosto de 2008 às 19:12

A voz vem da convicção
E do muito acreditar
Sabemos que temos razão
Ouçam o nosso gritar

Quanta coisa bonita és capaz de dizer amigo.
Muito obrigada
Abraço

Muito bonito. Junto também a minha voz a este poema.
.... junta à tua à nossa vós......

xi...... mori
Paulo a 4 de Agosto de 2008 às 11:06

A VOZ DOS TEUS DEDOS NO PAPEL. MUITA FORÇA INTERIOR.
IMENSO!
PARABENS! E BEIJOS
SÃO a 9 de Agosto de 2008 às 10:06

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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