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Ago 08

                       (Julio)

Magnânime o despertar
Ventura de quem se perdeu
Choque de astros num acordar
Clarão de luz que irrompeu
 
Estranho o coração que ouve
Querendo dar, abarca a dor
Ampara a lágrima que comove
De todos e do seu próprio amor
 
São laços de sangue sem ser
São chamas que se acendem
Que faz de nós, renascer
E onde nossos corpos se prendem
 
Incerta é a vida,  a razão
Dela partilhamos medos e cor
E de um olhar tímido de paixão
Nasce uma espécie de amor
 
E desse olhar enternecido
Donde te vejo mais além
Imprimo todo o sentido
De vos ter, assim também!
Ausenda Hilário
 
publicado por Utopia das Palavras às 17:17

Amiga
Donde te vem tanta inspiração
Que expões nestas avenidas
-de papel, causando admiração
Pelas palavras belas e sentidas.

abraço
POESIA-NO-POPULAR a 3 de Agosto de 2008 às 19:01

O sentir é um abraço
A escrita do meu carinho
Coloco no meu regaço
Faço dele um pergaminho

Obrigada pelas tuas palavras que me incentivam tanto!
Abraços Manangão

Amiga, é isso "são laços de sangue sem ser"
Como transmites tão bem aquilo que é um pedaço de cada pessoa.
Dizer mais o quê??????? Na digue nada já!!!!!!!!!!!!!!!

mil xis... mori
Anónimo a 4 de Agosto de 2008 às 11:12

Desculpa, comentei ontem sem querer Anónimo.
Não era isso que queria fazer. PAULO PAULO PAULO
mil xis
Paulo a 5 de Agosto de 2008 às 11:42

Amiga
Este trabalho é de uma ternura incrivel. É entrega pura e dura, lindo!
Bjx
SÃO a 9 de Agosto de 2008 às 10:03

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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