24
Jul 08

         (andré breton)

Trago na boca o sabor
E nos olhos o teu aceno
No corpo o teu calor
Embriagante e doce veneno
 
Nas árvores a batida do vento
São queixas do teu amor
Não me foge o pensamento
Trago na boca o sabor
 
Deixa-me lembrar-te assim
Como água de um rio ameno
Que trago dentro de mim
E nos olhos o teu aceno
 
Invento asas para te fugir
Num poema te quero por
Nego se um dia sentir
No corpo o teu calor
 
Mentira, sonho inventado
Dentro do meu peito sereno
São brasas de fogo alado
Embriagante e doce veneno
Ausenda Hilário
publicado por Utopia das Palavras às 17:16

Embriagante e doce veneno; só pode ser o amor!
A poesia a mote, é um belo exercício!
Abraços
POESIA-NO-POPULAR a 24 de Julho de 2008 às 18:36

Obrigada amigo

Amor, paixão tanto faz
Bons temas para escrever
Só a imaginação é capaz
De voar, voar até querer!

Um abraço
Ausenda

Veneno que faz milagres. Nunca o negues
Fazes quadras como ninguém! Estas são uma bela mensagem
beijo não posso dizer mais!!!!
ggm a 25 de Julho de 2008 às 00:54

Doce, acucar e mel. ADORO este veneno.
Bjx
SÃO a 9 de Agosto de 2008 às 10:01

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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