19
Jul 08

 

Não há poesia
Quando me rasgas no peito
A raiva que te enlouquece
E do alto do teu pedestal
Desces para me ignorar
Não há poesia
Quando os meus dedos te não tocam
E jazem frios
Quando eu, nua da minha alma
E tu me cobres de preconceito
Não há poesia
Quando o teu sorriso
É para mim um embuste
E a minha mágoa infinda
Não há poesia
Quando bradas num grito
E amordaças no meu o teu desejo
Não haverá poesia
Enquanto eu, poeta
Querendo ser o teu poema
Não o for!

          Ausenda Hilário

publicado por Utopia das Palavras às 18:02

Olá,

Haverá poesia sempre que existir gente de verdade com sentimentos que brotem de dentro...

Bjo
Paola a 20 de Julho de 2008 às 22:52

Sempre que dos nossos dedos as palavras cresçam... haverá de certeza poesia!
Obrigada Paola
Bj

Náo há poesia, quando tu resolves não olhar......
haverá poesia enquanto tu escreveres
xi,,. mori
Paulo a 22 de Julho de 2008 às 00:09

Minha amiga
Adoro este. O final está D I V I N A L!!!
Poeta... poeta
Bjx
SÃO a 9 de Agosto de 2008 às 09:58

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
Partilha em co-autoria
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