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Jun 08

 

Mote                                                   (joao moniz pereira)
Terra árida adormecida
Que dentro de mim ficou
Perene, adormecida
Vieste tu e findou
 
Espreguiçada num pranto
Numa chuva desmedida
Onde tu foste o meu manto
Terra árida adormecida
 
Qual gota de cetim caída
Num fogo que acordou
Fez incendiar a vida
Que dentro de mim ficou         
 
Terra que a lua inundou
Sorrateira e atrevida
E assim me deixou
Perene, adormecida
 
Terra era eu secando
Num tempo que não alterou
Deserto que foi magoando
Vieste tu e findou.
Ausenda Hilário

 

publicado por Utopia das Palavras às 22:17

Muito bom, simplesmente gostei!!!
MBeirão a 22 de Junho de 2008 às 23:30

Bom mestre só pode dar uma boa aprendiz.
Obrigada amigo.

Linda, li td k escreveste, mas comento neste que parece que foi o ultimo.
N sei k te dizer, gostei do k li, axei lindos os diversos temas k abordas na
tua poesia e escreves kmo ninguém. CONTINUA!!! Sou leitor atento.
A escolha das ilustrações pa cada poema ta magistral.
SEMPRE KTG.
Aquele abraço só de nós 2!!
NUNO a 24 de Junho de 2008 às 11:57

Olha o meu comentário ao "a força das palavras" ficou em anónimo, devo ter esquecido de por o nome, esculpa.
Este é um estilo diferente, mas é de uma "sensibilidade incrivél", amo!
bjx
SÃO a 9 de Agosto de 2008 às 09:52

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
Partilha em co-autoria
Um pouco de mim também...!
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