07
Jun 08

                         

 

 

 

 

Deixo-me ficar assim, inerte
A espera tranquiliza-me
Acalma o fogo
Que teima em queimar
Na fogueira que acendeste
Sossega o meu olhar
Que hoje não vê iludido
Quero-te amanhã e depois
Mas quero ficar assim inerte
Sentindo só
Sentindo profundamente
Porque é mais forte o sentir
Do que a distância de ti
Não és poema, és poética
Não és mentira, és Verdade
És o ponto de partida
Da chegada que não tarda
És Liberdade!
Ausenda Hilário
publicado por Utopia das Palavras às 16:14

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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