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Jan 11

 

                                                                               (yolanda botelho)

Havemos de rir do vento,

Havemos de entranhar nas mãos

A constância de sermos justos,

 

Havemos de cultivar o chão

Donde nascem as Primaveras

 

Havemos de sonhar à chuva

E dançar como alquimia

Na hora da insurreição,

 

Havemos de tirar dos olhos a solidão

E dar nome à utopia,

 

Havemos de rasgar querelas

E escondê-las atrás do sol

 

 

Havemos de saltar muros inquietos

E fazer filhos na outra margem

 

Havemos de nos dar aos rodos

Até que os nossos sonhos se toquem!

 

 

publicado por Utopia das Palavras às 21:54

Rasguemos as querelas inúteis. Enterremo-las..
Construamos. O amor. E a paz.
 Um beijo a este poema lindo e à sua autora.
Eduardo Aleixo a 10 de Fevereiro de 2011 às 19:32

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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