09
Nov 10

(carla cunha)

Faço-me tristeza

De muito chorar

Para que não sequem os desertos

Nem os desejos

E cada lágrima conclua a tábua

Do alcançar oásis de água

 

Nesse vagar da chegada

Seja brando o fim da sede

Dissipando a melancolia,

Como ave de asa sarada

Rompendo o azul infindo da poesia

 

Voando tão longe

Quanto a convicção de chegar,

Com a certeza do chão

E do sonho

De eternamente ter

Asas para voar!

publicado por Utopia das Palavras às 22:07


Terás sempre asas para voar porque a tua sensibilidade te fará sempre escrever bonitos poemas.

Bom domingo, linda.
São Banza a 28 de Novembro de 2010 às 12:02


É lindo esse teu querer de voo certo no destino incerto.
É sólido propósito do teu andar em terreno firme no provir incerto.
É florido o desejo de beijares as flores no aonde fica tua ilha dos amores?
Por fim que os deuses e as ondas benfazejas encaminhem teu barco sem tempestades
E te juntes às fadas, às deusas, mulheres lindas como tu, e que a festa seja eterna
À beira das ondas do mar rodeado de palmeiras...
Eduardo Aleixo a 5 de Dezembro de 2010 às 19:46

Como sempre lindo!

Bjinhos

Céci
Céci a 7 de Dezembro de 2010 às 09:24

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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