09
Nov 10

(carla cunha)

Faço-me tristeza

De muito chorar

Para que não sequem os desertos

Nem os desejos

E cada lágrima conclua a tábua

Do alcançar oásis de água

 

Nesse vagar da chegada

Seja brando o fim da sede

Dissipando a melancolia,

Como ave de asa sarada

Rompendo o azul infindo da poesia

 

Voando tão longe

Quanto a convicção de chegar,

Com a certeza do chão

E do sonho

De eternamente ter

Asas para voar!

publicado por Utopia das Palavras às 22:07


lindas as palavras
beijos com carinho
Anónimo a 10 de Novembro de 2010 às 00:08


belo
parabens
Carla Silva e Cunha
Anónimo a 10 de Novembro de 2010 às 00:33

Infelizmente, m nha amiga, não há lágrimas que cheguem...

Bem hajas!
São Banza a 10 de Novembro de 2010 às 14:50

Mais um poema excelente!
bj
Ana Tapadas a 11 de Novembro de 2010 às 21:04

Pelo sonho é que vamos ...e pela poesia!
Beijo
justine a 12 de Novembro de 2010 às 14:32


é preciso acreditar
mar aravel a 12 de Novembro de 2010 às 15:27

E que tal um aplauso?


BEIJO
IBEL a 14 de Novembro de 2010 às 01:02

*
Serão Lágrimas de Alegria,
a meta das tuas palavras ?
,
um mar de amizade,fica,
*
poetaeusou a 15 de Novembro de 2010 às 23:18

Olá Ausenda,

Quanta beleza nas tua palavras...
A eternidade do sonho em asas que nos levam tão mais longe que o sonho sonhado!

Beijo e parabéns!
PC
Paulo César a 20 de Novembro de 2010 às 23:40

Linda esta poesia de asas, de chegar, de alcançar...

Beijinho
marta a 22 de Novembro de 2010 às 00:06

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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