06
Jul 10

Enxugam-se os olhos e adiante

Outro amor haverá por mondar

Que me alcance o caminho distante

Nos atalhos que sei do mar

 

Atalhos, puras pedras de moer

A dor que é pó e ignorada

De mim, só o passo pode correr

Descobrindo mais atalhos dessa estrada

 

Antes que me descubra a agrura

Das sendas que esmorecem

Me levante, mesmo que escura

Seja a noite dos olhos que não adormecem!

(aguarela de joão alfaro)
publicado por Utopia das Palavras às 21:41

Nos mares infinitos

de águas livres

hÁ sempre caminhos a conquistar


 
mar aravel a 20 de Julho de 2010 às 15:59


 
.
um beijo
gabriela rocha martins a 24 de Julho de 2010 às 22:07

Ausenda,

Vim aspirara esta maresia... com este calor é uma delícia... e delícia de poema... não resisti, levei-o para ilustrar o mar onde mergulhei.


Um abraço,
Lucy
Lucy a 25 de Julho de 2010 às 23:34

Imenso é o mar e imensa a capacidade de regeneração da nossa alma... assim lhe abramos o caminho!

Gostei muito, como sempre...

Beijinhos
Virgínia do Carmo a 27 de Julho de 2010 às 17:30


Temos sempre que limpar as lágrimas e seguir adiante em todas as situações.
O pior é quando elas se recusam a aliviar-nos e ficam coalhadas no coração.
Gostei muito do poema.
Um dia feliz... e fresquinho.
São Banza a 28 de Julho de 2010 às 07:03

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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