17
Mai 10

(desenho de Constança Lucas)

 

Pensei no que sinto por ti

E isso fez-me exultar

São tantas as flores que colhi

E todas para te dar

 

Pensei nas tuas mãos quentes

No meu corpo a clamar

Sinto tudo o que tu sentes

Colhi beijos para te dar

 

Pensei na tua boca amora

Chorando por um beijo meu

Também o jasmim quando chora

Foi porque alguém o colheu

 

Esse teu olhar matreiro

Tem um encanto qualquer

Olhar de um tom brejeiro

Com cheiro a malmequer

 

De tantas cores és amor

Arco-íris que não tem fim

És um campo… és uma flor

És gérmen dentro de mim!

publicado por Utopia das Palavras às 22:06

E como é bom cantar a vida em tons florais!
Aconchegante!
AC a 26 de Maio de 2010 às 21:58

Ausenda,
Tenho andado por aqui..  Gostei muito (como sempre)
deixo coment neste, gosto imenso do campo, das papoilas em particular... e o poema é belíssimo!
Parabéns.
 
um sorriso :)
mariam
mariam a 26 de Maio de 2010 às 22:31

Ola Amiga,

Lindo este poema, tal como o amor na primavera!

Todo ele é cor e luz, tem alma e seduz.

Bjinhos

Céci
Céci a 31 de Maio de 2010 às 16:09

O teu poema "cheira" a festas populares, a dança e a alegria!
Abraço
justine a 6 de Junho de 2010 às 11:09

Este texto bonito. escrever é uma terapia natural que nos ajuda não só para lançar luz sobre os problemas, mas também para superar
allungare il pene a 21 de Junho de 2010 às 15:30

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
Partilha em co-autoria
Um pouco de mim também...!
visitor stats
Luso-Poemas - Poemas de amor, cartas e pensamentos
Page copy protected against web site content infringement by Copyscape