28
Abr 10

(tela de Julia Calçada)

 

Encobri as penas

no silêncio dos poros

seduzi-te no riso

 e nas cenas

do teu palco

aplaudi...

 

Fingiu-se a morte

O tempo ganhou esporas

A distância de mim e das tuas demoras

Parou num ténue fio de vento norte

 

Ditou-se a sorte

Caiu o pano e eu, esperança

Desato os olhos como criança

E nasço sempre mais forte!

publicado por Utopia das Palavras às 22:59

Olá Ausenda,

A esperança é o alimento da alma e a alma o alimento essencia do corpo.

um abraço
Luís


 
jangadadecanela a 29 de Abril de 2010 às 11:23

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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