28
Abr 10

(tela de Julia Calçada)

 

Encobri as penas

no silêncio dos poros

seduzi-te no riso

 e nas cenas

do teu palco

aplaudi...

 

Fingiu-se a morte

O tempo ganhou esporas

A distância de mim e das tuas demoras

Parou num ténue fio de vento norte

 

Ditou-se a sorte

Caiu o pano e eu, esperança

Desato os olhos como criança

E nasço sempre mais forte!

publicado por Utopia das Palavras às 22:59

Às vezes paramos, olhamos, e pensamos detectar algo que nos prenda. Mas os sinais não passam disso, não vão ao encontro dos anseios. E há que retomar o caminho, com a convicção de que para lá do horizonte tudo é possível. Mas levando na bagagem algo da nossa passagem, nem que seja um ténue fio.
Apenas uma proposta de leitura, como haverá muitas outras.
AC a 13 de Maio de 2010 às 16:13

e eu aplaudo


.
um beijo
gabriela rocha martins a 14 de Maio de 2010 às 01:05

Talvez a esperança seja isso mesmo, a capacidade de nascermos e renascermos, uma e outra vez.... Muito bonito....

Beijos
virginia do carmo a 16 de Maio de 2010 às 23:27


*


um belo poema,


parabéns,


,


como são fortes


as cenas do vento norte !


,


conchinhas, deixo,


,


*

poetaeusou a 17 de Maio de 2010 às 19:38

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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