28
Abr 10

(tela de Julia Calçada)

 

Encobri as penas

no silêncio dos poros

seduzi-te no riso

 e nas cenas

do teu palco

aplaudi...

 

Fingiu-se a morte

O tempo ganhou esporas

A distância de mim e das tuas demoras

Parou num ténue fio de vento norte

 

Ditou-se a sorte

Caiu o pano e eu, esperança

Desato os olhos como criança

E nasço sempre mais forte!

publicado por Utopia das Palavras às 22:59

É um bonito poema de esperança Abril e força Maio....

Um beijo, Ausenda.
maria a 29 de Abril de 2010 às 00:26

Olá Ausenda,

A esperança é o alimento da alma e a alma o alimento essencia do corpo.

um abraço
Luís


 
jangadadecanela a 29 de Abril de 2010 às 11:23


Que em cada madrugada


Tua vontade seja redobrada


Em procurar essas demoras


Do teu grito como arma


Nascerá  a resposta  que desarma


O alongar de todas essas horas


 


Miguel Beirão

MiguelBeirão a 29 de Abril de 2010 às 22:16


 Um dia de novo

 seremos crianças

 em ABRIL


 
mar aravel a 29 de Abril de 2010 às 22:30


 É preciso renascer, apesar dos ataques dos inimigos e do tempo, da saudade e da dor, da passividade e da indiferença... "é preciso, imperioso e urgente" o renascimento das flores,
do amor e da esperança, a cada nova alvorada!
Bjs
Maria Mamede
Maria Mamede a 30 de Abril de 2010 às 10:13

A tela é muito bem conseguida.
O poema...parece falar-me ao mais íntimo de mim mesma.
Bj
Ana Tapadas a 30 de Abril de 2010 às 22:35

Poema  da  
Linha  indelével entre  o nada e a esperança
Poema do desassossego
Da espera
Do desafio
Da inocente e ciorajosa retoma da vida.
-------------------
No meu blogue tens lá uma oferta. Gostava que a fosses buscar.
-
Beijo
Eduardo Aleixo a 1 de Maio de 2010 às 18:52

todos os dias temos hipótese de aprender de recomeçar, de dar volta á vida
beijinhos
luna a 2 de Maio de 2010 às 00:03

Entrei por curiosidade e esqueci.
Mas essa música maravilhosa que eu adoro entrou por meus ouvidos e logo a curiosidade voltou. Parabéns pelo blog e pela bela poesia.
;)
Raiza Mucida a 3 de Maio de 2010 às 01:13

Os teus poemas são sempre belos gritos de esperança!
Beijo
justine a 8 de Maio de 2010 às 14:37

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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