07
Fev 10

Abrigo-me em qualquer porto
Um fogo, um farol, uma teia
Fica meu peito de areia, absorto
Aninhado na espera dos olhos da lua-cheia
 
Que o meu corpo vivo de sangue flua
Mutável dor, ternamente rompida
Seja dócil o medo ou eu verdade crua
Que de um poema já fui guarida
 
Segredam-me as estrelas odes da saudade
De quando as palavras me eram leais
Resta-me apenas corpo…e o meu cais

Até que um verso nasça e me chame liberdade!

 

(imagem: Elisabete D`Silva)

publicado por Utopia das Palavras às 18:55

Olá Ausenda!

Teu nome é liberdade, assim te chamo
teu apelido saudade, assim te conheço
és a amiga perfeita, amizade que amo
eterna poetisa, és quem jamais esqueço

Já estás farta de saber que eu penso que a amizade não se agradece... desfruta-se, por isso, resta-me agradecer pelo teu gesto ao anunciar o dia em que o meu sonho se vai transformar em realidade e ao qual estás ligada umbicalmente e o teu nome perdurará no tempo junto do meu enquanto houver um exemplar do AMADOR DO VERSO.
Amo-te amiga.
Beijo Grande 
manu a 8 de Fevereiro de 2010 às 02:15

*


belo poema,


parabéns,


,


chamo-te liberdade


amiga, minha


no calor


desprendido do deus sol


é lindo o teu poema, um farol


palavras fluindo o pundonor


onde incluo uma simples conchinha


espelhando a grandeza da amizade .


,


*

poetaeusou a 9 de Fevereiro de 2010 às 12:45


 Corpo alma palavras belas um cais um barco a aportar

infinitos aqui tão perto de um beijo

Bjs


 
mar aravel a 9 de Fevereiro de 2010 às 19:53

«Resta-me apenas corpo» - magnífico e pungente de verdade.
O Quadro em sintonia perfeita com o poema.
beijo
Ana Tapadas a 9 de Fevereiro de 2010 às 22:47

Os teus versos são favos de mel:
há que primeiro libertar os favos.
Os teus versos são púcaros de  água
bebidos no deserto
como se bebe a água limitada no deserto.
Eu leio os teus versos
como se fosse num tenmplo,
com amor e respeito.
Por isso mcompreendo o cais
da liberdade dos teus ais...
-
Eduardo
Eduardo Aleixo a 9 de Fevereiro de 2010 às 23:21


Que de um poema já foste guarida , salta à vista...e não de um, mas de muitos e belos!
 
Uma noite de sonhos arco-íris, embalada por este extraordinário fundo musical.
São Banza a 10 de Fevereiro de 2010 às 00:37

Muito belo o teu poema, e como sempre cheio de ritmo luminoso!
Abraços
justine a 11 de Fevereiro de 2010 às 11:57

... e o verso brotará das tuas mãos de poeta... envoltas num manto liberdade... Como sempre, li-te e vou... Beijos de carinho.
Lídia Silva a 11 de Fevereiro de 2010 às 21:29

os versos libertam... sem dúvida...

Beijinho!
virgínia a 12 de Fevereiro de 2010 às 13:19


Olá, bom dia.
Obrigada pelas palavras lá em casa.
Votos de bom fim de semana.
Embora apareça pouco, sempre que aqui venho, parto mais rica.
Bjs.
Maria Mamede
Maria Mamede a 13 de Fevereiro de 2010 às 11:24

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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