17
Jan 10

Imaginei-o um rio
E tenho saudade
Desse lugar (im)perfeito
Onde a terra me é vaidade
 
Prenúncio da minha harmonia
Da pele que de sol aquecida
No abrigo da poesia…
Era esse lugar que eu lia
 
Ah é esse o meu lugar…
Tem prados e letras pachorrentas
Tem manhãs de medronho
Montanhas de versos
e improvisos
e tem…vento!
 
Esse é o meu lugar
Com chão de giesta e mar ao pé
Tem de poesia o pulsar
E gorjeios de maré
 
Hoje não o senti
E o meu coração ficou mudo
Crendo que o esqueci…!
 
(imagem: taziana)
publicado por Utopia das Palavras às 15:09

Todos temos um lugar especial, e quando nos lembramos é com muito carinho
beijinhos
luna a 21 de Janeiro de 2010 às 23:43

Olá, Ausenda!

Já aqui tinha vindo....mas, pelos vistos, não me entendo bem com o sapo...

Foi um prazer tê-la conhecido. Pena que não tivesse havido tempo para falarmos.
Não sei se sabe mas estava lá o José Neves do GORJEIOS (de aí perto) e A SENHORA SÓCRATES... com quêm, infelizmente, pouco ou mesmo nada falei.

Obrigado por tudo.

Beijinhosss
vieiracalado a 23 de Janeiro de 2010 às 18:53


 


*


o meu lugar


é no vento


nesta ânsia de mudar . . .


,


brisas serenas,


,


*

poetaeusou a 24 de Janeiro de 2010 às 09:49


 há só um mar onde os nossos olhos se refazem. um lugar onde a pele se reconhece.



______

um beijo Ausensa
maré a 24 de Janeiro de 2010 às 18:48


 Minha  amiga

as marés são assim

respiram por guelras

e têm luas

Bjs


 
mar aravel a 25 de Janeiro de 2010 às 19:37

Mais um poema que eu amo demais... Vou levá-lo até Barcelinhos, onde estive ontem, numa daquelas tardes nostálgicas à beira rio.

Obrigada.
Um abraço,
Lucy

P.S. - Desculpa ter fechado os comentários mas o coração conhece as razões... (sabes o resto)
Lucy a 25 de Janeiro de 2010 às 22:50

Imagens e poesias de gosto requintado e fina sensibilidade.
Ibel a 28 de Janeiro de 2010 às 23:06


Achei este poema muito envolvente e imenso... como se nos transportasse para esse lugar!
Beijinho, Ausenda...
virgínia a 29 de Janeiro de 2010 às 13:24

Hoje o meu coração está em arritmias tresloucadas.
No desassossego das palavras que não sei, encanto-me com as palavras dos outros. Entre as quais se contam as tuas.
Bj
Anamar a 30 de Janeiro de 2010 às 18:52


Sei pouco de tudo, mas sei do medronho, que em tempos antigos, meu pai me trazia da serra, da serra me lembro, a serra conheço, das curvas da estrada do alentejo pró algarve, tantas curvas,, a vida darian razãao às curvas  que a vida tem, mas isso nã importa , é só pra dizer que  a gente do suão conhece a serra , o mar, o ceu liso, a noite clara, as dunas do sonho, os farpois sobre os barcos, o cheiro das algas e das ruas de Olhão, os olhares castanhos das moças moiras, o que eu poderia dizer..Mas agora, por xansaço, não...
Eduardo Aleixo a 5 de Fevereiro de 2010 às 00:56

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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