17
Jan 10

Imaginei-o um rio
E tenho saudade
Desse lugar (im)perfeito
Onde a terra me é vaidade
 
Prenúncio da minha harmonia
Da pele que de sol aquecida
No abrigo da poesia…
Era esse lugar que eu lia
 
Ah é esse o meu lugar…
Tem prados e letras pachorrentas
Tem manhãs de medronho
Montanhas de versos
e improvisos
e tem…vento!
 
Esse é o meu lugar
Com chão de giesta e mar ao pé
Tem de poesia o pulsar
E gorjeios de maré
 
Hoje não o senti
E o meu coração ficou mudo
Crendo que o esqueci…!
 
(imagem: taziana)
publicado por Utopia das Palavras às 15:09

Quem fala assim de um lugar, de uma terra, só o pode amar muito...

Um beijo
maria a 18 de Janeiro de 2010 às 02:13

E como é bonito o teu chão!
Tão bom como o teu coração.

Que bem me soube ler esta poesia, soube-me a saudade, entranhada, daquela
que gostamos de sentir.
Querida amiga um beijinho grande

rosa
rosafogo a 18 de Janeiro de 2010 às 12:44

ele há lugares , que nem momentos esquecem...
tenho ainda cheiros presentes
que ventos levam
e que meu chão esquece.
mar de mim espalhado
em grãos de areia , noutras praias
onde maresia
acaricia
restos de um fado
que teima em ser eco.
abraço de um vale onde moro noutro eu
duartenovale a 18 de Janeiro de 2010 às 15:11

Manhãs de medronho
Gorgeios de maré
Serra
Rio
Perto do mar
É onde fica esse lugar
Não posso divulgar
Mas sei onde é
Porque eu sou medronho
Serra
 Rio
 perto do mar
Sei por isso
Onde te achar
Procurar
Abrigar,
- em manhãs de medronho
Com gorgeios de maré...
- Não se pode dizer,
pois é!....
-
Beijo
Eduardo Aleixo a 18 de Janeiro de 2010 às 18:29

Amiga:
Que belo poema, trazendo esse lugar mágico de utopias possíveis.
beiijo
Ana Tapadas a 18 de Janeiro de 2010 às 22:54

Ola Amiga!

Impossível esquecer um lugar desses, quando muito tu as veses não o queres é lembrar!

Creio que vais sentir outra vez esse lugar!

Bjinhos

Céci
Céci a 19 de Janeiro de 2010 às 17:09

O meu mar é parecido com esse, mas a tua poesia escrita é mais bonita e poética. Beijo

PS: Por que não usas o outro blog é mais fácil te comentar lá.
tossan a 20 de Janeiro de 2010 às 01:17

Ao escreveres sobre teu lugar,
estava a rever o meu,
que vive em mim,
e dele tenho saudades...
ele sabe que não o esquecestes.

Beijos
Lena a 20 de Janeiro de 2010 às 22:22

Companheira, que as tuas manhãs sejam sempre aromáticas como o medronho.

Um abraço grande.
São Banza a 20 de Janeiro de 2010 às 23:24

olá Ausenda


um soluço de memória que hoje te encontrou
logo deu à costa mal o vento amainou
um sitio assim não se pode perder
mesmo se o quiseres
esquecer

um abraço
Luís

ps: ja vai a caminho



 
jangadadecanela a 21 de Janeiro de 2010 às 16:17

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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