01
Nov 09

No mar me extinguirei
Anjo delta ou estrela ventura
Que do teu remo abraçarei
A descoberta mais pura
 
Nesse mar, sonho-me feliz
Marinheira da coragem desmedida
No adeus à terra que me quis
Choradas foram águas de despedida
 
Ai a saudade pressentida
Que já é dor no que me divide
De terra emano, deste mar que é trono
 
Pássaros do vento e do sol, ide
Matar-me a saudade carpida
Nos mares onde profusa me abandono
(imagem: Irene Pissarro)

 

 

publicado por Utopia das Palavras às 19:33


Olá!

A saudade e o mar...
Como sinto este poema em mim...
Gostei muito.


beijo
Breizh da Viken a 1 de Novembro de 2009 às 19:41

Gostei muito deste mar e da saudade que a ele se refere, como sou uma apaixonada pelo mar, adorei as palavras aqui escritas.
Abraço e boa semana. Lisa
maripossa a 1 de Novembro de 2009 às 22:49

Ausenda,
<i>
Ai a saudade pressentida

Que já é dor no que me divide

De terra emano, deste mar que é trono</i>

 
A saudade desse mar também meu, minha amiga.
Num belo poema.
 
Um beijo

Meg a 11 de Novembro de 2009 às 17:27

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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