01
Nov 09

No mar me extinguirei
Anjo delta ou estrela ventura
Que do teu remo abraçarei
A descoberta mais pura
 
Nesse mar, sonho-me feliz
Marinheira da coragem desmedida
No adeus à terra que me quis
Choradas foram águas de despedida
 
Ai a saudade pressentida
Que já é dor no que me divide
De terra emano, deste mar que é trono
 
Pássaros do vento e do sol, ide
Matar-me a saudade carpida
Nos mares onde profusa me abandono
(imagem: Irene Pissarro)

 

 

publicado por Utopia das Palavras às 19:33


 Que belo assumir memórias


 
mar aravel a 3 de Novembro de 2009 às 19:44

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leal maria a 3 de Novembro de 2009 às 23:07

Olá Ausenda! No comentário que publiquei imediatamente anterior, está o código hmtl do vídeo que elaborei com o teu poema. Mas dá para ver que o sapo não aceita posts nesse formato. Portanto aqui vail o url do mesmo: http://www.youtube.com/watch?v=btzVxD33yU4

depois de amanhã dar-te-ei as necessárias dicas para que tu comeces também a utilizar essa ferramenta de edição.

No meu blog há um link para a minha página do youtube onde está alojado o teu vídeo.
l a 3 de Novembro de 2009 às 23:14

Olá Ausenda!

Eis a beleza de um soneto
louvor ao mar e à terra
amor em nada obsoleto
este que o poema encerra

Mais uma prova da tua veia poética sempre a surpreender.
Beijo Grande
manu a 3 de Novembro de 2009 às 23:32

Olá Ausenda... lindo...

da terra nascem braços
que cruzam o teu mar
serão para ti abraços
quentes de quem deixas ficar

um abraço
Luís


 
jangadadecanela a 4 de Novembro de 2009 às 17:47


Um cântico pungente, numa harmonia nostálgica que é simultanemente amor , chamamento, alegia e dor. Uma doação ao mar de quem está habituada a ouvi-lo nos olhos da alma.
Beijinhos, grande mulher!
Ibel a 4 de Novembro de 2009 às 18:10

*
se o mar tivesse varandas
perseguia-te todos os dias
entre brisas e maresias
só para saber com quem andas,
,
in-meu imaginário,
,
conchinhas mareantes, deixo,
,
*
poetaeusou a 5 de Novembro de 2009 às 14:47

Querida amiga
Que saudades, antes de mais, quero agradecer-te a visita, és uma querida
sempre dispensas um pouquinho do teu tempo para mim, me orgulho muito
que sejas minha amiga.

Morre a noite nasce o dia
Sempre sonhando com o mar
Dizendo adeus à terra fria
Que não merece o teu amar.

É sempre bela a tua poesia, não canso de repetir, és a minha favorita.
beijinho, bom fim de semana
natalia

 
rosafogo a 7 de Novembro de 2009 às 00:23

O que seria do mar sem a poesia e a poesia sem o mar para mim,? Não sei ainda falar da terra e do ar. Só a tua poesia fala de tudo.  Linda!  Adorei o son da guitarra. Beijo
tossan a 7 de Novembro de 2009 às 02:24


adorei este mar de palavras
beijos
carla a 10 de Novembro de 2009 às 15:18

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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