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Jun 08

          

Incrédula vejo-te partir
Para te esconderes no mundo
Vejo-te de mim fugir
A cada instante, cada segundo

Acordaste-me para a vida
Agora sim sou mulher
Numa exaltação desmedida
Sou sol ao amanhecer

É falsa a tua partida
Jamais acredito nela
Sempre voltas de seguida
Batendo na minha janela

Janela nunca fechada
Porque se fecho anoitece
E em vão sou esperada
No sorriso que a noite tece

És tu, sim
Que sem vontade
Foges e voltas para mim
És tu sim, felicidade
És tu, sim

 

Ausenda Hilário

publicado por Utopia das Palavras às 23:36

Revejo-me nele! Tá lindo. Admiro a tua escrita. CONTINUA. Beijo grande
ggm a 11 de Junho de 2008 às 11:49

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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