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Mai 09

                                                         

                                                                     

 
Pétalas volúpia que acetinam
O brilho que dos meus olhos sai
São luzeiros que me iluminam
Eterno, terno amor que não se esvai
 
Num corpo de tempos maduros
Sossegos de afectos carminam
Cúmplices de instantes tão puros
Pétalas volúpia que acetinam
 
Nácares de paz cristalinas
Conchas que o meu mar atrai
Deram-me de pequeninas
O brilho que dos meus olhos sai
 
No meu ventre se fizeram vida
As asas que a voar me ensinam
Jamais me sentirei perdida
São luzeiros que me iluminam
 
Nascentes de lágrima que seguro
No gérmen que da terra sai
Sementeiras onde me aventuro
Eterno, terno amor que não se esvai
 
 
(imagem: maternidade-pablo picasso)

 

publicado por Utopia das Palavras às 18:40

Amor eterno este que nasce no ventre
parido em todos os tempos que o tempo tem...

Que bem dizes este amor tão terno... eterno...

Beijo doce, minha amiga.







Paola a 2 de Maio de 2009 às 22:22

Quando os olhos brilham o amor nunca se esvai
beijinhos
luna a 3 de Maio de 2009 às 00:19

Luna

Haverá brilho maior, amiga?
:-)

Beijinho

Paola

Dizer de mãe...!

Beijo minha querida amiga

Minhas flores, bem sabiam
Deste eterno, terno Amor
E que belos poemas nasciam
Do teu ventre, sementeira em flor!

Lindo, como só tu sabes

Beijinho, com muita amizade
rosafogo a 3 de Maio de 2009 às 00:27

RosaFogo

O teu canteiro tem cor
As cores do teu coração
O teu ventre também foi flor
Sementeira eterna de emoção!

Beijo em flor

Amor, terno e eterno amor...

Desculpe a minha ausência mas tive que trabalhar dobrado estes dias de abril, pois precisava pagar o registro e a capa do meu livro. Era uma oportunidade que eu não podia deixar passar. Agora vou retornando as visitas aos poucos, mas hoje tinha que vir aqui ao menos pra deixar-te um beijo.
Tem um ótimo domingo!
Verô
Menina do Rio a 3 de Maio de 2009 às 01:35

Verô

O que é isso amiga, não tens que pedir desculpa. Tens mesmo é que cuidar desse parto, parto que todos estamos ansiosos para que aconteça!
Enquanto o aguardamos envio-te um beijo com todo o carinho e desejo de um bom domingo também!

Beijo

Um enorme abraço para ti, Utopia nossa!!!!
maria a 3 de Maio de 2009 às 01:53

Maria

Um beijo para ti, palavra verdade...nossa!


Lindo Poema...ao Amor... à Mãe!

Gostei demais desta últim aquadra:

"Nascentes de lágrima que seguro
No gérmen que da terra sai
Sementeiras onde me aventuro
Eterno, terno amor que não se esvai"

Vou pedir-ta emprestada lá para o "Portugal..."
Que a tua inspiração esteja sempre assim tão viva, que do teu ventre cantem poetas inexprimíveis felicidades.
Um bom dia para ti, amiga.
Um grande abraço,
Lucy
Lucy a 3 de Maio de 2009 às 13:01

Lucy

Obrigada, as tuas palavras são por demasia generosas!

Já lá estive no nosso "Portugal Naturalmente Belo" e vi o versito do "Terno e eterno amor" é uma honra...!

Beijinhos, Lucy

Eterno, terno amor...
... amor materno

que mais posso dizer?
teu talento é eterno

Beijo grande
manu a 3 de Maio de 2009 às 19:18

Manu

É amor de mãe
desenhado...num verso!

Beijo maior

Lindo poema Ausenda, um amor que não se consegue descrever, mas que tu o fizeste muito bem!

Bjinho

Céci
Céci a 3 de Maio de 2009 às 22:10

Céci

Tu também já o fizeste e...muito bem!

:-)

Jinhos

Terno amor que não se esvai, mesmo quando ficamos sós.
bj
AnaMar a 3 de Maio de 2009 às 22:52

Anamar

O mais forte amor...eternamente!

Beijo grande neste dia nosso


Não tenho o dom das palavras como tu, assim, fico me por um simples mas muito sentido "Obrigada", não só pelas palavras que escreves mas por tudo aquilo que és!
beijinho filha joana :)
Joana a 4 de Maio de 2009 às 11:13

Joana

Fico quieta...saboreando-te!

:-)


Beijo da mãe

Eterno terno e materno amor lindo.

Utopia das palavras tem poesia
tem muita inspiração e saber
tem palavras que em cada dia
todos devíamos de dizer
José a 4 de Maio de 2009 às 15:57

José

Palavras searas semeadas
Na planicie da utopia
De convições regadas
Crescendo no chão da poesia!

Abraço



"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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