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Jun 08

           

É no silêncio das noites
Que num lento sussurrar
Grito o teu nome
E calada, quieta
Ouço o teu eco
Transforma-se o grito em cor
Tela da minha esperança
Traço fácil o teu nome
Pequeno, silencioso
Porque no silencio das noites
Não é o teu nome maior
Maior que o teu nome
É o meu grito sussurrado
Calado
Num silêncio desnorte
Faz dos meus instintos
Gestos que apago
Sem ler as suas respostas
Silêncio presente, estridente
Sinto o seu som
Em cada palavra que não escrevo
E assim inconsciente
Perpetuo-o!

Ausenda Hilario - 20 Abril 2007
publicado por Utopia das Palavras às 23:35

Kem dera fosse pra mim! Inspiração aos montes miuda. ADOREI e a ti TAMBEM.
ggm a 11 de Junho de 2008 às 11:53

Vim visitar o seu blog na sequência do seu gentil comentário no meu. Fiquei surpresa, gostei muito dos seus escritos. Convido-a a visitar o site www.letrasdispersas.com onde publico os meus pequenos escritos, e a publicar lá o que entender melhor. Seria muito bem vinda nesse cantinho de letras e amizade. Beijinhos
Letras Dispersas a 30 de Junho de 2008 às 17:49

Vim visitar o seu blog na sequência do seu gentil comentário no meu. Fiquei surpresa, gostei muito dos seus escritos. Convido-a a visitar o site www.letrasdispersas.com onde publico os meus pequenos escritos, e a publicar lá o que entender melhor. Seria muito bem vinda nesse cantinho de letras e amizade. Beijinhos
Letras Dispersas a 30 de Junho de 2008 às 17:50

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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