24
Jan 09

 

 (venus e adonis)

 

És Outono quando te grito

Olimpo no meu sideral encanto
Sou um Inverno aflito
Em Baco bebido de pranto
 
Em ti hiberno em cume de neve
Nas horas que me dou insolente
No templo da luxúria meu suor te escreve
Volúpia de aromas na seda ardente
 
Estendo em brocado no teu chão
Tapetes de pétalas de água e jasmim
Os teus lábios vivos, consentirão
Bálsamos arrojados de mim
 
Hoje elevo-te a um deus
Porque de ti deste, merecimento meu
Da dilecção mais bela que há em Zeus
Dou-te os raios de sol, de Apolo e os céus!
 
 
publicado por Utopia das Palavras às 17:29

Metaforicamente experimentando o cheiro e o sabor da volúpia ... Deste-me o prazer de te ler.

Lindo, amiga. Apolo escreveria assim... porque dizia na poesia muito do que sentia....

Beijinhos
Paola a 24 de Janeiro de 2009 às 19:24

Paola
Apolo era brilhante... sem metáfora!!!!

Beijinhos

Já te disse que gosto das tuas palavras?
Se disse, repito-o agora....

Um beijo
maria a 24 de Janeiro de 2009 às 23:08

Maria

Obrigada... sempre!
Tá autorizada a repetição!!!!!
Beijo

Metaforicamente; divino!!!!!

Um beijinho
Mmenina do Rio a 25 de Janeiro de 2009 às 01:00

Verô

Grata, amiga!

Beijinho


Deslumbrado,eis como fiquei,com este belo poema,os deuses do olimpo,guiaram as tuas mãos,e inspiraram-te na escrita destas belas palavras,um raio de sol,em forma de poema


Beijos
Manuel Pereira a 25 de Janeiro de 2009 às 10:52

M.Pereira
Os Deuses do Olimpo inspiram sim!
Mas são os raios de sol dos teus olhos que veêm assim!

Beijo

Olá Ausenda!

Sem metáfora digo: Simplesmente divinal!
Não há poemas que se igualem aos teus
Ao que digo nem se opõe o circo imortal
És tu, olímpica poetisa, querida de Zeus

Beijos.
manu a 25 de Janeiro de 2009 às 11:19

Ausenda, escreveste um poema tão perfumado, tão sublime e tão belo, que só te peço perdão por não saber, simples mortal que sou, e rude, e camponês, sem maneiras e jeitos de lidar com os ademanes do Olimpo, de não saber como beijar-te metaforicamente, nem oscular-te, acho que éassim que se diz, como as divas literariamente reclamam, deixa-me simplesmente beijar-te, com toda a ternura do meu coração, assim, docemente enlevado e agradecido.
Parabéns.
Adorei.
Eduardo

Eduardo

És camponês da palavra, amigo.
E eu fico enleada no teu carinho e no perfume da terra que tu lavras.

beijo

Manu

És tu querido de Apolo
Teus versos brilham nos céus
Palavras para mim consolo
Nas tuas mãos guidas por Zeus!

Beijo

Ops!!! *guiadas

Ausenda
Grande nomento de divina inspiração, amiga!

Não à limite prá iinspiração
Orientada pelo desejo
Tão veloz como um embrião
Suave e doce como o beijo.

Bjos amiga poetisa.
POESIA-NO-POPULAR a 25 de Janeiro de 2009 às 19:32

Manangão

A inspiração é tua
Suave e doce alegria
A palavras em ti acentua
Lindos momentos de poesia!

Beijo, amigo

Rendo-me sideradamente a tão sublime poema.
Belo, suprema inspiração.
Para quando o teu livro amiga?

Beijinhos do meu Olimpo
São a 25 de Janeiro de 2009 às 20:09

Sãozinha

Rendida mas sem algemas, amiga!

beijinhos

Ao som de Rão Kyao, ler o teu poema enquanto se bebe o café mexido com pau de canela, podes crer é um luxo nesta manhã de Inverno.
Um abracinho
Lagartinha de Alhos vedros
Anónimo a 26 de Janeiro de 2009 às 10:40

Lagartinha

Um luxo é o teu carinho! Obrigada

Beijos

Se o Olimpo te lesse, cai redondo!
Tá lindo Ausenda, muito lindo!

Que haja sempre Inspiração neste blogue, porque tu ja nasceste Inspirada.

Bjinho a Tu
Céci
Liar a 26 de Janeiro de 2009 às 13:22

Céci

És linda, amiga!

Beijos a tu também

Ausenda

Gostaste do meu poema. Tá bem. É bom. Olha: gostava que fosses ao meu blogue e ltrouxesses para o teu um selo de amizade, que está logo ao lado direito. É uma oferta. É com gosto que o faço.
Beijinho.
Eduardo
Eduardo Aleixo a 26 de Janeiro de 2009 às 16:19

Eduardo

Agradeço-te o presente de amizade, retribuo!
Vou lá num saltinho e trago. Pena que nos blogs do Sapo não dá para colocar qualquer referência a quem nos dá os selinhos. É uma reclamação que já fiz aos administradores do site.

Beijos, amigo

Não faz mal. Beijinhos.

Sou camponês da palavra. Se calhar...Mas olha: o que eu sou mesmo é pescador. Na ria de Faro já pesquei muitas douradas. Tu também és dourada. Mas não vinhas na linha... Enleada...Sabes que...escrevesre um poema muito lindo chamado: enleada. Mas diazia eu : não vinhas enleada...Paravras do sul. Conheces " almariada" ? Se viesses enleada, vinhas almariada...Mas isto da ria de Faro foi há muitoa anos...Andava eu por lá almariado. Já derrubaram as casa da ilha? Tudo isto a propósito de quê? Ah! claro, do cheiro da terra. De eu ser camponês, etc. Eu acho que me desviei do que queria dizer. Mas talvez não. Da terra, do seu cheiro, do enleio e do almareio, a gente delira e vai ter ao mar. E assim maritimamente termino.
Eduardo

Eu sabia que só podias ser um pescador marafado, mas assim almariado como te podes tu fazer ao mar? Ou era a ria que te fazia ficares assim enleado? A ria continua cá mas não tão bela como outrora...mas continuam a vir douradas na linha... às vezes enleadas em pedaços de alcatruzes. As casas da ilha continuam espraiadas nas dunas, existe um plano de demolição mas não há coragem política para o colocar em prática, porque existe um movimento popular muito forte que inibe qualquer autarca de encetar essa guerra. E da poesia, já vamos em planos de demolição...por onde navegamos nós!!!!!!

beijo, amigo

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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