24
Out 08

 (chagall)

 
Que morra nos teus braços
No trajecto dos teus passos
E nos atalhos dessa aventura
Deixa-me sempre encontrar-te
Dando de mim sempre parte
Quero ser razão e bravura
 
Joga os dados da minha vida
Aposta na sorte esgrimida
De todas as pisadas que dou
Faço estátuas de combate
Num esculpir de arrebate
Para descobrir o que sou
 
Que morra por respirar
A firmeza do teu ar
Em tempo ambíguo, hora desfeita
Que me prenda nesse regaço
Que morra por tudo o que faço
No crivo que não me sujeita
 
Nos teus braços libertados
Em arrojos desesperados
Descubro sinais da verdade
Que morra sem sentir medo
Dos cárceres e do degredo
Que morra de liberdade!
 
 

 

publicado por Utopia das Palavras às 10:20

palavras para pensar... muito bonita esta liberdade.
um beijo
luísa

grata pela vista
pin gente a 24 de Outubro de 2008 às 11:50

A verdadeira LIBERDADE é bonita.

Grata sou eu. obrigada!

um beijo

Morrer de liberdade é quase... morrer de amor...
Deve ser uma forma bonita de morrer, mas já agora quanto mais tarde melhor...

:))

Um beijo
maria a 24 de Outubro de 2008 às 13:58

Maria
É uma forma altruísta. É A NOSSA NOBRE CAUSA!
beijos

És razão e bravura, Viva a Liberdade!
Belo poema.
Beijo Algarvio para Algarvia, via Alentejo
Notas Soltas a 24 de Outubro de 2008 às 14:49

Ludo

Que viva sempre... dentro e fora de nós!

Obrigada amigo

beijos do nosso algarve

Desculpa, só mais uma coisa. Se puderes e quiseres envia-me o endereço do teu email. O meu é momentosedocumentos@gmail.com.
Kisses
Notas Soltas a 24 de Outubro de 2008 às 15:01

Uff...que liberdade é esta que te faz fazer um poema assim?
Tou comovido...olha fico por aqui, nao sou capaz de dizer mais nada

xi...
PAULO a 24 de Outubro de 2008 às 16:57

Paulo
O silêncio também fala.
bj

Palavras para quê? é uma peta portuguesa e esta tudo dito... poema fabuloso, como todos os outros que tens publicado...

Viva a liberdade, seja ela qual for....

Bom fim de semana

Beijinhos
Nando
palavrasimples a 24 de Outubro de 2008 às 18:44

Nando

Olha que axagerar é feio...!!
P`la Liberdade sempre, seja ela qual for

bjs

Sou um aprendiz de poeta
escrevo desde sempre
mas ainda agora comecei
vou retribuir a oferta
quero que me lembre
porquê?...Não sei.

Não conhecia o seu cantinho de poesia mas ao ler alguns dos poemas tenho pena de não ter cá vindo mais cedo. Esteja certa que voltarei para ler e comentar. Um abraço.
manu a 24 de Outubro de 2008 às 21:06

Grata, lembra-me-ei!
O começo é... infinito

um abraço

Só quem ama a liberdade
Poderá realmente reconhecer
A consciência da necessidade
Que só ela nos pode conceder.

Bjo amiga camarada, e poetisa.
POESIA-NO-POPULAR a 25 de Outubro de 2008 às 14:30

É amar a tempo inteiro
E eterna continuidade
Nasce a paixão primeiro
E morre-se de Liberdade!

Beijos amigo camarada

Morrer de Liberdade!

Lindo, Ausenda.

Gostei mesmo.

Obrigado

Beijos
Ana Camarra a 25 de Outubro de 2008 às 21:54

Já tantos morreram por ela!

Grata, amiga

beijos

Belo poema. Não só pelo tema, como pela intensidade.
Também sou capaz de morrer pela liberdade. É um dos princípios em que acredito valer apena defender até à morte.

Beijo
AnaMar a 25 de Outubro de 2008 às 22:53

Ana Mar

Defendamo-la entao...
sem nenhuma hesitação... intensamente, até sermos livres de verdade!

Beijo

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
Partilha em co-autoria
Um pouco de mim também...!
visitor stats
Luso-Poemas - Poemas de amor, cartas e pensamentos
Page copy protected against web site content infringement by Copyscape