23
Set 08

 
 
Perco quando não ouvir o chorar
De quem aflito implora
Tréguas para libertar
Alguém que um outro ignora
 
Perco quando não olhar
Não ver que a cor do céu
Descendo no seu estrelar
Para o mundo inteiro nasceu!
 
Perco quando não sentir
Um coração a pulsar
Pela mágoa de ouvir
Outro coração a chorar
 
Perco quando não sorrir
Quando no meu colo se deita
Mais um dia de porvir
E a minha noite enfeita
 
Perco quando não abraçar
A multidão que se incendeia
E bem alto não levantar
A bandeira que me norteia
 
Perco quando não lutar
Ao lado de tantos mil
Se passiva me deixar calar
Por quem ignora Abril
 
Perco quando na vida
Chorar, abraçar e sentir
Lutar, olhar e sorrir
Não forem essência desmedida.
Ausenda Hilário

 

publicado por Utopia das Palavras às 09:53

Sao capacidades do Ser!Emoções!
Essencias

xi...
PAULO a 23 de Setembro de 2008 às 20:18

E é muito o que perdemos se deixarmos de ser quem somos, se deixarmos de lutar...

Um beijo amigo.
fernando samuel a 24 de Setembro de 2008 às 19:08

"Lutando, nem sempre se ganha, mas se não lutarmos... perdemos sempre!"
(sábia esta frase)
beijo, amigo

Sim Chorar, sim abraçar, sim sentir, sim lutar, sim olhar, sim sorrir!
Sim à vida!!!!!!! Doutra maneira não faz sentido!

beijo desmedido pra ti
MARIA a 24 de Setembro de 2008 às 23:05

E perder, não dá sempre vontade de chorar?
A perda desorienta-nos sempre!

Bjos
Paola a 27 de Setembro de 2008 às 17:52

Paola

É sempre irremediável mas... nem sempre triste!
bjs

Como tudo na vida, há que lutar sempre!
Kiss
Notas Soltas a 28 de Setembro de 2008 às 22:42

ludo

bem vindo, após o merecido descanso camarada!
Lutaremos... até ao fim!
um beijo

Ganhamos quando lemos palavras assim...

Abraço
AnaMar a 29 de Setembro de 2008 às 19:30

Obrigada pela visita e comentário.
Gostei muito do teu blog, vou ter que ler com mais tempo, mas para já vou linkar no meu, porque merece.
Um beijo

Perde sempre que não estejas
Do lado da solidariedade
Perdes sempre que não vejas
Onde está uma amizade

Mas ganhas quando sorris
No meio da multadão
E alguem te olha e diz
Vem e dá-me a tua mão

Vamos passear a esperança
Que dentro de nós vive contida
Quem sabe assim se alcança
Nova esperança nova vida.

Bjo amiga
POESIA-NO-POPULAR a 30 de Setembro de 2008 às 00:29

Obrigado camarada!

Ganho tanto na vida
Quando caminho lado a lado
Na luta, num abraço, numa despedida
Num mundo que quero renovado!

Beijos

"ser ou não ser"
sentir ou esquecer
esquecer ou não querer
viver...

gostei muito... :)
abraço
Luis
jangadadecanela a 1 de Outubro de 2008 às 13:23

Obrigada Luis

Querer sempre...
Mesmo perdendo...!!!

Abraços

É, perdemos quando não percebemos que há gente à nossa volta.
Sinto o que tu sentes amiga, só que não sei expressar assim como tu.
abracinhos
Conceiçao a 7 de Outubro de 2008 às 10:05

"Balada da Liberdade" livro de Miguel Beirão, prefácio de minha autoria e capa de Dorabela Graça
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